Os aristocratas natos do espiríto não são muito zelosos; suas criações aparecem e caem da árvore numa tranquila tarde de outono, sem que sejam impacientemente desejadas, encorajadas, pressionadas pelo novo. O desejo incessante de criar é vulgar, demonstra fervor, inveja, ambição.
Quando se é alguma coisa, não é preciso fazer nada – e contudo se faz muito. Acima do homem “produtivo” há uma espécie mais elevada. (Friedrich Nietzsche. Humano, demasiado humano.)
Para refletir…
Tags: Nietzsche, Reflexões






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